Está para nascer algo mais chato que Big Brother.
Um é pouco, dois é bom, três é demais.
Tudo começa com um "uhu estou no BBB!". Deve ser bem legal para quem entra, mas para quem está de fora, é um saco. Bom, pelo menos pra mim.
Hoje eu resolvi ver. Aguentei doze minutos.
Não sei se é porque é o começo, ou se é porque a receita já deu o que tnha que dar. Só sei que achei tudo muito chato.
Pode ser que eu cuspa para cima e caia bem na minha cara. Mas por dinheiro nenhum eu ficaria como um macaco de circo dentro de uma caixa de vidro dentro de um shopping.
Na hora que passou aquele povo dentro da tal casa de vidro, senti que era hora de desligar a televisão.
Sabe vergonha alheia? Acho que foi isso que eu senti.
Será que um milhão vale todo e qualquer tipo de exposição?
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
James Blunt
Quando me disseram que seria James Blunt que abriria o show de Elton John, busquei em meu arquivo fonográfico quem seria a pessoa em questão.
A resposta veio rápido "You´re beautiful". Só por esta música ter infernizado meus ouvidos durante um ano, já não iria a um show deste senhor.
Resolvi dar um voto de confiança ao cidadão e ouvir outras músicas. Então ouvi outro hit "Same Mistake". Esta ficou na minha cabeça nem sei quanto tempo.
Assisti PS eu te amo, e até chorei com a música. Depois ela tocou 56783 vezes toda vez que a chata da Maria Paula (Marjorie Estiano) aparecia em Duas Caras. Acabou todo o encanto.
Todas as músicas do ex-militar são iguais. Baladas românticas que dão vontade de cortar os pulsos.
Visto isto, ele foi a melhor escolha para abrir show do Elton John.
Vai ser bem romântico. Por isso, casais, ainda há ingressos.
Pela bagatela de R$ 550 dinheiros, você e seu amor podem ouvir todas as baladas de Elton John e James Blunt de uma tacada só.
Se depois disso ele não te pedir em casamento, desencana!
A resposta veio rápido "You´re beautiful". Só por esta música ter infernizado meus ouvidos durante um ano, já não iria a um show deste senhor.
Resolvi dar um voto de confiança ao cidadão e ouvir outras músicas. Então ouvi outro hit "Same Mistake". Esta ficou na minha cabeça nem sei quanto tempo.
Assisti PS eu te amo, e até chorei com a música. Depois ela tocou 56783 vezes toda vez que a chata da Maria Paula (Marjorie Estiano) aparecia em Duas Caras. Acabou todo o encanto.
Todas as músicas do ex-militar são iguais. Baladas românticas que dão vontade de cortar os pulsos.
Visto isto, ele foi a melhor escolha para abrir show do Elton John.
Vai ser bem romântico. Por isso, casais, ainda há ingressos.
Pela bagatela de R$ 550 dinheiros, você e seu amor podem ouvir todas as baladas de Elton John e James Blunt de uma tacada só.
Se depois disso ele não te pedir em casamento, desencana!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Torpedos e mulheres
Acredito que torpedo seja coisa de mulher.
Mulher adora mandar torpedo. Torpedo não é uma forma de comunicação confiável. Mas mesmo assim, insitem.
A cadeia de acontecimentos é mais ou menos assim:
- Ela manda o torpedo porque não tem coragem de ligar, e acha que vai incomodar a pessoa.
- Junta toda a mulherada em volta do celular.
- Ela começa a escrever, e apaga, umas duzentas vezes.
- Quando finalmente o best seller está escrito, passa pela aprovação de todas.
- Sempre tem uma espírito de porco que diz que não mandaria aquele torpedo.
- Mais uma hora de discussão.
- Aí chega o momento que ela toca o foda-se, e manda o tal torpedo. Torpedo este que consta uma mensagem subliminar que só a pessoa em questão entenda. Afinal, vai que justamente naquele final de semana ele conhece a mulher da vida dele. Não será ela a estragar isso.
- Mensagem enviada com sucesso.
- Então começa o inferno. De cinco em cinco minutos ela vai olhar no celular.
- Começa uma discussão na mesa sobre a não resposta. Várias hipóteses. Inclusive a fatídica - ele não recebeu o torpedo. Há as mais pessimistas que dizem que a pessoa em questão não tem crédito no celular.
- Se a resposta não vem, ela desliga o celular para acabar com a angústia.
- Se vem, começa tudo de novo.
Se sofrem tanto, não entendo porque ainda insistem no torpedo.
Mulher adora mandar torpedo. Torpedo não é uma forma de comunicação confiável. Mas mesmo assim, insitem.
A cadeia de acontecimentos é mais ou menos assim:
- Ela manda o torpedo porque não tem coragem de ligar, e acha que vai incomodar a pessoa.
- Junta toda a mulherada em volta do celular.
- Ela começa a escrever, e apaga, umas duzentas vezes.
- Quando finalmente o best seller está escrito, passa pela aprovação de todas.
- Sempre tem uma espírito de porco que diz que não mandaria aquele torpedo.
- Mais uma hora de discussão.
- Aí chega o momento que ela toca o foda-se, e manda o tal torpedo. Torpedo este que consta uma mensagem subliminar que só a pessoa em questão entenda. Afinal, vai que justamente naquele final de semana ele conhece a mulher da vida dele. Não será ela a estragar isso.
- Mensagem enviada com sucesso.
- Então começa o inferno. De cinco em cinco minutos ela vai olhar no celular.
- Começa uma discussão na mesa sobre a não resposta. Várias hipóteses. Inclusive a fatídica - ele não recebeu o torpedo. Há as mais pessimistas que dizem que a pessoa em questão não tem crédito no celular.
- Se a resposta não vem, ela desliga o celular para acabar com a angústia.
- Se vem, começa tudo de novo.
Se sofrem tanto, não entendo porque ainda insistem no torpedo.
Hoje não dá
Não tem nada no universo que me irrite mais que o clima oba-oba que se instala no País no começo do ano.
Meu outro siso está nascendo, e minha dentista nem pode fazer o parto. Ela está viajando.
Eu não consigo arrumar o computador porque o cara que faz estes trabalhos pra mim está de férias.
Tudo muito lento. Todo mundo que eu falo: "Vamos, lá. Preciso deste relatório para hoje!", me respondem que o ano ainda está começando.
Então vamos fazer assim, eu aperto o botão pause da minha vida, e assim que todo mundo resolver trabalhar, a gente se fala.
Meu outro siso está nascendo, e minha dentista nem pode fazer o parto. Ela está viajando.
Eu não consigo arrumar o computador porque o cara que faz estes trabalhos pra mim está de férias.
Tudo muito lento. Todo mundo que eu falo: "Vamos, lá. Preciso deste relatório para hoje!", me respondem que o ano ainda está começando.
Então vamos fazer assim, eu aperto o botão pause da minha vida, e assim que todo mundo resolver trabalhar, a gente se fala.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Hava Nagila
Filha de família judaica e criada em Londres, a cantora Amy Winehouse, conversando com seu produtor Mark Ronson, planeja a gravação de um álbum de canções judias.
Segundo a revista Rolling Stone, a cantora deve entrar em estúdio para gravar o álbum ainda este ano.
Só espero que ela não surte, e queira fazer um show beneficente na faixa de Gaza, o que seria a cara da doida.
Segundo a revista Rolling Stone, a cantora deve entrar em estúdio para gravar o álbum ainda este ano.
Só espero que ela não surte, e queira fazer um show beneficente na faixa de Gaza, o que seria a cara da doida.
Não é tão amigo
O tempo, definitivamente, não foi amigo de Mickey Rourke. Em 1986 o cara arrancava suspiros da mulherada. Cara de cafajeste, ollhar misterioso, enfim, sonho de consumo.
Em 86 eu não tinha idade para assistir 9 semana e meia de amor. O filme era tão comentado, que assim que eu tive idade para ver, aluguei a fita. Perto do que passa na televisão hoje, o filme era fichinha.
Hoje me deparei com uma foto do ator. Mickey Rourke não causaria arrepios nem na tia Nalva (frequentadora de salas de bate papo).
Depois de apanhar muito nos ringues, nem as plásticas deram jeito. Agora ele interpreta um lutador em The Wrestler que estréia no Brasil em 6 de fevereiro.
Pra mim ele pode ficar com toda a roupa, e se possível, com um chapéu também.
Ao ser questionado sobre a perca do status galã, deve dar a seguinte resposta: "O tempo me deu sabedoria e experiência". Só isso, diga-se de passagem.
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