terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Queridos Amigos

Começou Queridos Amigos. Minissérie a qual só de ver a propaganda, me deu vontade de assisitir.
Não sei se estou numa fase meio sensível, mas a propaganda já me emocionava.
E a minissérie não ficou atrás.

Com um elenco escolhido a dedo, enquadramentos perfeitos, diálogos muito bem escritos, trilha sonora impecável. Xi, muitos elogios para uma sentença só.
Eu gosto da Maria Adelaide Amaral, acho que é isso. E quando o assunto é minissérie, ela é a minha favorita. Trás no currículo: Os Maias, A Muralha, A Casa das Sete Mulheres, Um Só Coração e JK.
Só que desta vez, ela é mãe exclusiva da obra. Queridos Amigos foi baseada em um livro de sua própria autoria, Aos Meus Amigos.
O primeiro capítulo me fez refletir sobre os meus amigos.
Amigos de adolescência. Aqueles que me juraram, e que eu jurei, amor eterno.
Quando se é adolescente, é muito fácil acreditar na vida, no amor, na felicidade. E eu era assim, uma eterna sonhadora.
Fumava maconha, ouvia discos, usava calça rasgada, cabelos coloridos com papel crepom e camisetas cortadas de alguma banda. De preferência alguma punk.
Não havia a menor consciência política, mas éramos rebeldes. Rebeldes sem causa.
A amiga que iria morar junto comigo quando nós crescêssemos, tem uma filha de sete anos, e não mora comigo.
Uma outra, casou.
Meu melhor amigo desta época, mora na Espanha, e nunca mais nos falamos.
Deu vontade de saber como eles estão. Deu vontade de relembrar os velhos tempos, bem, não tão velhos assim porque eu ainda sou uma "criança".
Se o objetivo era emocionar, a minissérie está num bom caminho. Aguardarei os próximos capítulos. Não é sempre que se vê um time como este. É como um clássico de futebol, imperdível.
Quem sabe eu não encontre: A Cris, Gi, Eron, João, Paula, Pamela, Rodrigo, dentre outros que eu já chamei de queridos amigos.

2 comentários:

Johnny Mau disse...

Olá.

Tive a mesma sensação ao assitir o primeiro episódio. Meus bons amigos seguiram estradas diferentes das sonhadas, mas estão muito bem. São um sucesso. Graças ao Orkut ainda nos mantemos em contato. Dos que foram atrás, tem um que até estará no Troca de Família desta semana, ha, ha, ha... o D'Angio. Eu ainda persisto. Se não conseguir nada, não será por falta de tentar.

Ainda sinto falta das conversas na calçada após as aulas no tempo de ginásio... Dos planos, da inocência... O mundo parecia um lugar ótimo pra viver. Hoje a gente tem que viver neste mesmo...

Mas tá bom. Afinal, viver é uma aventura. E eu sou o protagonista da minha história.

Bejão e parabéns pelo blog.

Vivi disse...

Johnny mau: Obrigada pela visita.
"Eu sou protagonista da minha história", sempre pensei desta forma. Mas ultimamente tenho percebido a importância dos papéis secundários na minha história (rs).